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VI Encontro Psi: pesquisa psi e neurociências

de 3 a 6 de Setembro de 2010, Curitiba, PR

Atualizado em 24/08/10

1 INFORMAÇÕES GERAIS

Promovido pelas Faculdades Integradas Espírita (através do Curso Livre de Parapsicologia, Centro Integrado de Pesquisa Experimental - CIPE e Instituto Nacional de Pesquisas Psicobiofísicas - INPP) o VI Encontro Psi: pesquisa psi e neurociências ocorrerá de 3 a 6 de Setembro de 2010, na cidade de Curitiba, PR.

Fotografia das Faculdades Integradas Espírita, em Curitiba.

Evento profissional da Pesquisa Psi (ou Parapsicologia), é voltado ao desenvolvimento científico deste campo do saber.

Também busca apresentar a sociedade os conhecimentos produzidos nesta área, numa ação de retorno e integração social.

São previstas a apresentação:

a) diversos trabalhos científicos;

b) 3 mesas redondas: 1. A variedade das experiências humanas; 2. Pesquisa psi e neurociências e 3. Hipótese da sobrevivência: prós e contras

c) 3 palestrantes convidados: Hideyuki Kokubo (B.SC) do Japão e David Luke (Ph.D.) do Reino Unido.

d) 1 workshop (sobre a simulação dos fenômenos psi) com Sergio Shilling (do Chile).

Visando minimizar as limitações idiomáticas os trabalhos e palestras contarão com tradução (inglês - português e português - inglês).

Simultaneamente ao VI Encontro Psi, ocorrerá a V Jornada de Estados Modificados de Consciência (EMC) que proporcionará aos participantes vivenciarem ou assistirem diferentes atividades em contextos culturais e/ou religiosos.

Haverá ainda a exposição fotográfica “Lugares e faces da Parapsicologia 5"

2 PESQUISA PSI E NEUROCIÊNCIA

EEG

As neurociências, ou a ciência dos neurônios, reúnem um conjunto de disciplinas de diferentes áreas do conhecimento (ex. biológicas, humanas, exatas, saúde) que estudam o sistema nervoso, seja no nível molecular, celular, sistêmico ou integrado, cognitivo e comportamental. “O objetivo da neurociência é entender a mente - como percebemos, pensamos e lembramo-nos.” A pesquisa psi é o estudo científico e acadêmico de possíveis interações extra-sensório-motoras entre o ser humano e o meio (que inclui outros seres humanos e outros seres vivos). Tais interações são consideradas anômalas, visto serem difíceis de explicar dentro dos parâmetros científicos atuais. Estas interações têm sido avaliadas cientificamente, por estudos de casos espontâneos, de levantamentos de dados ou de laboratório (pesquisa experimental), entre outros, mostrando fortes evidências estatísticas para a existência dos fenômenos psi, tais como telepatia, precognição, influência mental direta sobre sistemas físicos e biológicos.

TEP

A correlação entre estas duas áreas - Neurociências e Pesquisa Psi - ocorre pela necessidade desta em considerar variáveis fisiológicas tanto para evidenciar a existência das referidas interações anômalas como para buscar compreendê-las. Usam-se variáveis fisiológicas no estudo psi para: a) aprender mais a respeito dos processos mentais; b) mensurar processos inconscientes; c) detectar diferentes estados da mente; d) tentar descobrir mecanismos fisiológicos da psi; e e) treinar a regulação de processos fisiológicos através da retro-alimentação.
Dentre as formas de estudo, destaca-se os métodos de sensoriamento cerebral, que buscam medir (direta ou indiretamente) a atividade de populações de neurônios, como por exemplo, a eletroencefalografia (EEG), a imagem funcional por Ressonância Magnética (IRMf) e a Tomografia por Emissão de Pósitrons (TEP)

IRMf

Como estudo científico necessariamente interdisciplinar, a pesquisa psi interage com diferentes disciplinas científicas. Dentre elas, as neurociências têm um papel muito importante, seja no sentido de evidenciar (ou não) os fenômenos psi no sistema nervoso (e em especial no cérebro), seja tentando colaborar para a compreensão dos mecanismos implicados nestes fenômenos. Ao desempenhá-lo também estimulam uma saudável controvérsia sobre a natureza da própria realidade, ou sobre o quanto as lacunas do conhecimento científico (representadas também por anomalias, dentre as quais se encontram os fenômenos psi) podem questionar a compreensão vigente sobre a realidade humana. Uma afirmação (publicada na revista Neuroscience Letters) feita por grupo de neurocientistas que pesquisam de psi pode ilustrar esta reflexão: “Estamos enfrentando um fenômeno que nem é fácil de descartar como falha metodológica ou artefato técnico, nem em ser entendido em sua natureza. Nenhum mecanismo biofísico conhecido na atualidade poderia ser responsabilizado pelas correlações observadas entre os EEGs de dois sujeitos experimentais separados.” Como sugere Japiassu, na sua pedagogia da incerteza, é muito doloroso descobrirmos ou reconhecermos os limites do nosso pensamento ou conhecimento, mas temos que aprender a viver na incerteza e na insegurança, pois nosso conhecimento nasce da dúvida e se alimenta de incertezas e “quanto mais sabemos, menos sabemos”.

Acesse um texto mais detalhado sobre pesquisa psi e neurociências neste link.

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Se for da sua vontade e possibilidade, desafie seu paradigma pessoal, científico e profissional! Este conjunto de experiências pode, talvez, transformar sua forma de perceber e interagir consigo mesmo(a) e com a vida!